segunda-feira, 9 de maio de 2011

http://escrevendomomentos.tumblr.com/post/5290194310/e-sempre-essa-musica-antiga-que-nos-une-tanto-e
É sempre essa música antiga que nos une tanto. É sempre esse violão esquisito que faz a gente se falar. As letras esquecidas nos baús. Eu sei que você me sente desde o dia em que dediquei minhas falas ao amor. Nunca foi simples só querer. O conforto de ficar do lado e não tocar, a promessa calada de uma vida só nossa, em que você canta aquela que é instrumental. Esquisito seria se a casa estivesse muda de madrugada, porque sua presença fica martelando na minha cabeça, como se meu encanto já não bastasse. Estranho seria… se eu não me apaixonasse por você, já dizia Nando Reis. Nesse chão em que ninguém sabe pisar direito, aposto que você saberia voar. E nesses livros todos que contam histórias batidas, você rebate e desmente os rumores do sentimento contido. E nesse filme longo, você não presta atenção, sempre entende o final antes do meio, sempre vai pela contramão mudando a regra, e tudo dá uma canção bonita. Tudo reflete seu coração. Tudo mostra a gente no meio da cidade; O amor mostrando que o exagero é lindo. Tudo toca a alma.

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